Faltava uma peça na sua Cotação-Alvo 🎯
Sua funcionalidade preferida está de cara nova, a indicação vale 3x mais até dia 31, e mais.
Novidade na funcionalidade que você mais usa.
Chegamos na metade de julho, e a Cotação-Alvo ganhou uma melhoria que muda o jeito de proteger suas conversões.
Tem também um giro pelo câmbio, uma pesquisa que dá o que pensar sobre o mercado tech e uma condição de indicação que expira no fim do mês.
NA EDIÇÃO DE HOJE
🗺️ Roadmap TechFX: a Cotação-Alvo está de cara nova (e mais completa).
💸 Mundo do Câmbio: dólar em queda no mês, e o que vem pela frente.
🔮 Tendências: o paradoxo do mercado tech em 2026.
🤝 Oportunidades Internacionais: a live Beyond Hire, da Tookn.
🗺️ Roadmap TechFX
Cotação-Alvo de cara nova (e mais completa)
A Cotação-Alvo, aquela que já ajuda você a pegar o melhor momento de conversão sem ficar vigiando a tela o dia todo, ganhou uma repaginada. Fluxo mais limpo, mais direto, e uma novidade que fecha o ciclo: a Trava de Baixa.
Antes, você definia uma cotação acima da atual para sacar quando o dólar subisse. Agora você também consegue definir um piso: se a cotação cair até o valor que você escolher, o saque acontece automaticamente. Ou seja, você se protege nos dois sentidos, na alta e na queda. E é totalmente opcional, quem quiser usar só a trava de alta segue como sempre.
💡 O que isso significa para você? Mais controle e menos tempo de olho na cotação. Você define o teto e o piso, e a plataforma executa quando bater o alvo.
🎁 Sua indicação vale mais em julho
Hoje é dia 16, o mês bem no meio. Então fica o lembrete: em julho, indicar um amigo rende mais.
Você indica, e cada um de vocês ganha 3 saques com taxa de 0,1%.
Na prática:
Em um saque de US$ 5.000 (cerca de R$ 25.000 com o dólar a R$ 5), você paga R$25 em vez de R$125.
São 3 saques nessa condição. Ou seja, R$ 300 que ficam no seu bolso nesse cenário. E isso sem nem comparar com os bancos na conta, que costumam cobrar de R$250 a R$500 para um saque nesse valor. Nada mal para um convite, certo?
Só não vale deixar para depois: a condição acaba no dia 31 e volta ao normal. Acesse o seu link de convite dentro da plataforma.
💸 Mundo do Câmbio
O que moveu o dólar na primeira quinzena de julho.
Julho tem sido de dólar em baixa. A moeda abriu o mês perto de R$ 5,19 e, no dia 14/07, fechou em R$ 5,07, uma queda acumulada de cerca de 2% na primeira quinzena. O tombo mais forte foi justamente no dia 14, com -0,87% em um único pregão.
O que puxou o dólar para baixo:
🇺🇸 Juros nos EUA: com dados de emprego mistos, o mercado reduziu as apostas em aumento de juros por lá no curto prazo, e isso enfraqueceu o dólar no mundo todo.
🛢️ Petróleo mais barato: a Opep ampliou a produção, derrubando o barril e aliviando a pressão sobre moedas emergentes como o real.
🇧🇷 Inflação em revisão: o Boletim Focus cortou a projeção do IPCA de 2026 para 5,30%, o que também ajudou o real a ganhar terreno.
Mas nem tudo é queda tranquila daqui para frente. O trimestre esquenta e traz alguns pontos para ficar de olho:
🗳️ Ciclo eleitoral: algumas mesas de operação já falam em dólar podendo testar a faixa de R$ 5,55 no auge do terceiro trimestre. O Focus, por enquanto, mantém R$ 5,20 para o fim do ano.
📋 Tarifas dos EUA: saiu a decisão. Washington confirmou no dia 15/07 a tarifa extra de 25% sobre produtos brasileiros, com vigência a partir de 22/07 e exceções para carne, café e outros itens. O dólar reagiu com calma, mas a resposta do governo brasileiro ainda está no radar e pode mexer com a moeda.
📅 Reunião do Fed (28 e 29/07): a decisão de juros lá fora é o próximo grande gatilho para a moeda.
💡 O que isso significa para você? Se você recebe em dólar, um mês de queda quer dizer menos reais na hora de converter. Não dá para controlar o câmbio, mas dá para se proteger dele. Definir um piso na Cotação-Alvo, com a nova Trava de Baixa, garante que o saque acontece automaticamente se a moeda cair até o limite que você aceitar. Assim você não fica refém do pior momento.
🔮 Tendências
O paradoxo do mercado tech em 2026
A IA deixou os profissionais de tecnologia mais produtivos. Mas também mais cansados.
Os layoffs continuam gerando ansiedade, mas a maior preocupação já não é perder o emprego para a IA.
E, apesar de muitos ainda gostarem do que fazem, mais da metade não recomendaria a própria carreira para quem está começando.
Essas são algumas das conclusões mais curiosas do levantamento anual da Lenny’s Newsletter com profissionais de tecnologia ao redor do mundo.
Os dados que mais chamaram nossa atenção:
➔ 82% dizem que a IA aumentou sua produtividade.
➔ O burnout disparou, saltando de 44,7% para 55,7% em apenas um ano.
➔ O maior medo não é a substituição pela IA. A preocupação número um é precisar produzir cada vez mais, sem uma compensação proporcional.
➔ 53% não indicariam a carreira tech para alguém que está começando agora.
Talvez a palavra que melhor resume o momento seja a mesma escolhida por muitos participantes da pesquisa: caos. Um mercado que segue criando oportunidades, mas que também está redefinindo expectativas, ritmos de trabalho e até a relação das pessoas com a própria carreira.
O levantamento reuniu aproximadamente 6 mil profissionais de tecnologia e reforça que o futuro do trabalho não será definido apenas pelas ferramentas que usamos, mas também por como lidamos com produtividade, expectativas e bem-estar.
➡️ A pesquisa completa é uma leitura que merece alguns minutos do seu dia.
🤝 Oportunidades Internacionais
Sua carreira internacional não acaba quando você é contratado
Sabemos que conseguir a vaga lá fora é só o começo.
O que quase ninguém te conta é como crescer, performar e ser cada vez mais valorizado depois que você entra. É esse o tema da Beyond Hire, a live de lançamento da Tookn, empresa parceira que conecta talento brasileiro a algumas das melhores equipes do mundo.
Dia 28 de julho às 19h (BR), com profissionais e empresas dos dois lados da mesa. Sem discurso motivacional, só o que funciona na prática. A live acontecerá no LinkedIn:
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